Ser vigilante não é para qualquer um e nem para qualquer empresa.

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A rigor, qualquer pessoa pode trabalhar com vigilância, desde que se prepare para isso. Só a vontade de exercer essa função não a habilita.  Assim como outras profissões, há requisitos básicos para serem preenchidos, além dos processos seletivos já conhecidos.

 

O candidato à vaga precisa apresentar alvará de folha corrida, certidão negativa criminal e atestado de bons antecedentes. Como referimos acima, uma das obrigatoriedades é ter o curso de formação de vigilantes. Cumprida toda essa etapa, após a contratação, periodicamente, são obrigatórios os cursos de reciclagem, quando se revisita a legislação e as práticas em educação física, em defesa pessoal, em técnicas de imobilização, contenção de pessoas e provas de tiro. Há vigilantes reprovados nos cursos de reciclagem e, em consequência, impedidos de praticar suas atividades.

 

O emocional é fundamental

 

Outro aspecto relevante é o emocional. As melhores empresas de segurança mantêm no seu RH e SESMT, psicólogos e médicos que atuam nos pós-trauma. Após qualquer ocorrência de assalto, por exemplo, o vigilante passa por avaliação, podendo resultar em dias de dispensa, sessões com o psicólogo, ou mesmo, férias. No Grupo Epavi, ainda ocorrem palestras sobre condutas, responsabilidades, ética, sobre o que o cliente e a empresa de segurança privada esperam destes profissionais.

 

Cada segmento requer um perfil distinto de vigilante. O condicionamento físico é fator relevante, pois esses profissionais alternam momentos em pé e outros sentados. Já em escolas, a vigilância é, prioritariamente, desarmada. Ela opera na prevenção e não na ostensividade. Em clientes maiores, que promovem eventos em grandes áreas, necessitando de equipes mais numerosas, mesclam-se os vigilantes mais maduros, com mais experiência, para exercerem a liderança com os mais jovens, mas todos devem ter biotipos apropriados às características destes clientes, onde ocorrem isolamento de áreas, preservação das estruturas e contenção de tumultos.

Fiscalização da Polícia Federal

A fiscalização sobre esta atividade é feita pela Polícia Federal. Tanto a empresa de segurança, quanto o vigilante são avaliados pelo órgão federal, que visita os locais de atuação do profissional, observando seu armamento, coletes balísticos, todos os EPIs. Além disso, em empresas como a nossa, os supervisores acompanham os vigilantes em seus postos de trabalho.

Fundamental ressaltar que a legislação prevê aos vigilantes os controles preventivos para evitar uma ocorrência, porém, acontecido o fato, as instituições policiais devem ser acionadas. Desta forma, há a necessidade de permanente interlocução e intercâmbio entre a Segurança Privada e a Pública.  São complementares e de naturezas distintas.

Assim, se você for contratar uma empresa de vigilância, procure por quem está totalmente regularizada com a Polícia Federal e com os órgãos reguladores do segmento.

O Grupo Epavi está pronto para te ajudar, aumentando sua segurança e do seu negócio. Nosso quadro de vigilantes é diferenciado, tendo a capacidade de atender todos os portes de clientes e adequar o trabalho às suas reais necessidades, conforme destaca o Gerente Operacional do Grupo Epavi, Fábio Aguiar.

Ficou interessado em conhecer nosso serviço de vigilância? Faço contato com os nossos consultores comerciais pelo 51. 32221969. Se preferir, clique aqui http://epavi.com.br/ e solicite um orçamento. Queremos ajudar você com o que fazemos de melhor há mais de 50 anos: proteger as pessoas!